Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor ou
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho ou amor,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos...
Viva hoje!
Arrisque hoje!
Faça hoje!
Não se deixe morrer lentamente!
Autor: Pablo Neruda
"Não quero morrer lentamente...."
sexta-feira, 28 de março de 2008
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3 comentários:
você estava morrendo lentamente???
e eu nem percebi???
que tal pensar em coisas proibidas, não convencionais?
você é uma esfinge
quem não te decifra, você devora
Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor ou
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho ou amor,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite, pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos...
Viva hoje!
Arrisque hoje!
Faça hoje!
Não se deixe morrer lentamente!
Autor: Pablo Neruda
"Não quero morrer lentamente...."
Desconsidere meu comentário postado ai acima no dia 04/04/2008.
Minha nossa...
Nada como o tempo que é como dizem, o senhor das razões.
Peço PERDÃO minha querida e amada escritora GATAFIELD,
e espero que aceite meu sincero PERDÃO.
Eu, neste dia 4 de abril,
estava muito louca,
revoltada,
descrente na vida, no amor, nas possibilidades,
descrente em mim e
pela hora das postagens, também insône, o que é pior.
Depois de ler a postagem do seu último conto
(que por sinal é lindo e vai ser mais um sucesso),
estava arrastando correntes pela casa,
tentando achar culpas e culpados, erros e acertos,
e toda sorte de energia ruim açoitava minha mente.
Como eu ia dizendo,já era madrugada quando entrei no seu BLOG,
aqui um espaço só da Gatafield,
e de criaturas do mundo todo, rsrs...
Eu precisava escrever e minha mente fervilhava idéias,
algumas desconexas e desamparadas, outras bem claras e doloridas.
Tive raiva, tive ataques de pena de mim mesma, e
resolvi naquele momento de descontrole, escrever.
Escrevi tal qual fera ferida, e naquele momento esqueci a educação e enlouqueci.
Tomei de escada o que a senhora, dona Gatafield escreveu.
A partir dali eu quis, e não tive coragem de escrever para a real destinatária,
então eu respondia as minhas indagações envolta em cada uma dessas postagens,
como fossem pra mim, espelhando cada um daqueles tesouros que eu imaginava POSSUIR.
Que tolice, não possuimos nem a nós mesmas.
Foi uma atitude isolada e serviu para eu entornar a mágoa que enchia meu coração,
da sofrida crise pessoal pela qual passo.
"A DOR é inevitável. O SOFRIMENTO é opcional."
Não tive a intenção de causar problemas para a senhora, dona Gatafield.
Fera ferida.
Fiz algo de que me envergonho,
ao reler nem acredito como consegui ser tão rude,
não combina com meus princípios nem com meu jeito de ser.
Achei o espaço, o canal e gritei ao mundo a minha dor, numa atitude egoísta,
afinal quem lá quer saber da dor do outro?
AGRADEÇO sua atenção, sou sua leitora assídua
e aguardo ansiosamente a postagem diária dos seus contos.
Sinceramente, uma FÃ.
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