Nada como um banho delicioso desse...rsrs
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
domingo, 24 de fevereiro de 2008
A P R E N D I . . .

Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.
Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.
Eu aprendi...
Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.
Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Aprendi...
Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.
Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.
Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.
Aprendi que perdoar exige muita prática.
Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.
Aprendi...
Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.
Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso.
Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.
Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi...
Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.
Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver.
Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.
Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.
E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.
Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.
Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.
(autoria do texto atribuída a WILLIAN SHAKESPEARE)
sábado, 9 de fevereiro de 2008

AMAR...
...não é só dizer dezenas de vezes por dia 'eu te amo' e esperar resposta em seguida,
mas é ganhar uma flor roubada de um jardim e ouvir:
-'Não tinha dinheiro pra comprar um buquê, mas trouxe essa aqui, pensando em você'.
...é legal, faz bem pra pele, mas causa rugas por causa dos sorrisos e das caras emburradas e enfurecidas q fazemos freqüentemente.
...é algo tão simples que a gente faz questão de complicar...
...uma pessoa não significa apenas gostar, mas admirar, respeitar entender e tentar aceitar seus defeitos.
...não é apenas estar perfumado e belo para o outro, é acordar e se deparar com um ser descabelado, com mau hálito e a cara amassada. Isso quando não passa a noite inteira roncando em seu ouvido.
...é cumplicidade e união, mesmo quando os pensamentos são diferentes, mas o outro está sempre disposto a ouvi-los e vice-versa.
É se entregar a um nobre sentimento,independente da pessoa ou causa e receber a devida recíproca pela sua entrega.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Eu... em Você!

Estamos no quarto. Te vejo. Nossos olhares se cruzam. Me aproximo de você. Você dá um sorriso lindo e eu me derreto com ele. Meu coração bate acelerado no peito. Sinto a garganta seca, sedenta por um beijo seu. Aproximo-me lentamente, hipnotizada por seu olhar misterioso. Ficamos frente a frente. Meu corpo todo estremece com a sua proximidade. Sinto seu perfume. Delicioso. Sinto-me inebriada com ele. Levo minha mão até seu rosto e o acaricio. Você fecha os olhos. Me aproximo mais. Você abre seus olhos e me hipnotiza. Entreabre seus lábios, passa sua língua neles, provocando-me, enlouquecendo-me de desejo por um beijo seu. Não resisto, abraço-lhe e capturo sua boca num beijo ávido, sedento por amor. Nossas línguas se acariciam, deliciosamente, provocando sensações incríveis em nossos corpos que clamam pelo contato sem a barreira de nossas roupas.
- Quero você! Sussurro em seu ouvido, mordiscando-lhe a orelha, beijando seu pescoço.
Você geme, sua mão atrevida entra por baixo de minha blusa e acaricia minhas costas. Meu corpo arde de desejo. Minha mão afunda em seus cabelos, acaricio sua nuca e a trago para mais um beijo apaixonado. Minha língua sem vergonha contorna seus lábios, provocando-lhe, pedindo mais beijos. Minhas mãos suspendem sua blusa e a tira, num único movimento. A quero sem nada, livre para meus beijos, meus carinhos. Você está sem sutiã. Deliro com a visão de seus seios, lindos, quero prová-los e desço minha boca até eles. Acaricio o biquinho com a língua, circulo ele, sugo-o com avidez. Você geme gostosamente. Me pede mais. Me enlouquece. Vou ao outro e faço o mesmo. Quero enlouquecê-la de prazer. A levo até a cama. Você se deita. Fico te olhando, sorrindo, querendo te provar inteirinha. Tiro minhas roupas. Você me observa com um olhar safado. Meu corpo queima de tesão. Deito na cama ao seu lado. Estou de frente para você. Deposito minha mão em sua cintura. A subo até seu seio e o acaricio. Você geme e fecha os olhos. Não resisto e tomo sua boca num beijo gostoso. Nossos corpos se colam. Quentes. Macios. Sedentos de prazer. Nossas pernas se enroscam deliciosamente. Deito-me sobre você. Minha boca desce para seu pescoço, minha língua percorre um caminho imaginário, arrancando gemidos loucos de você. Mordisco-lhe a orelha. Minha mão acaricia seus seios, e desce para sua barriga, sua cintura, provocando-lhe. Minha boca desce seguindo o rastro de minha mão, beijando-lhe cada centímetro de pele macia encontrada pelo caminho. Minha mão alcança seu sexo, seu centro de prazer, acaricia seus pelos macios, adoro ouvir seus gemidos. Minha mão invade carinhosamente seu sexo. Molhado. Delicioso. Você contorce seu corpo, gemendo. Me pede para possuí-la. Não tenho pressa. Minha boca desce para explorar seu centro do prazer. Preciso saborear cada milímetro de seu sexo. Sentir seu cheiro, seu gosto de fêmea, que me enlouquece. Quase um desespero. Minha língua percorre cada pedacinho delicioso de seu sexo. Perco-me ali, brincando com seu clitóris intumescido de prazer. Você desesperadamente me implorando-me para penetrá-la. Já disse, não tenho pressa. Quero sentí-la por inteiro. Degustar seu sexo com paixão, com carinho, com amor. Como se saboreia uma fruta madura, suculenta. Você contorce seus quadris, me xingando, desesperada. Resolvo atender ao seu pedido. Acaricio com meus dedos seu sexo, e penetro sua cavidade molhada, meus dedos deslizam deliciosamente dentro de você. Subo até sua boca e beijo-lhe, movimentando meus dedos dentro de você, entro e saio deliciosamente, nossos corpos se enroscam, nossos suores se misturam. Encaixo meu sexo em sua coxa e nos movimentamos na dança maravilhosa que é a busca do prazer pleno. Nossos gemidos tomam conta do quarto. Estamos enlouquecidas, alucinadas, nos movimentamos cada vez mais rápido, nossos corpos se contorcem e sentimos nos explodir num gozo intenso, completo. Beijo-lhe com paixão. Você está de olhos fechados, ofegante e com um sorriso maravilhoso em seus lábios. Digo-lhe que não acabou, que tem mais. Você me pede um tempinho para se refazer. Eu dou-lhe um sorriso e espero pacientemente a continuação de nosso amor.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Totonho Villeroy
Você pode me ver do jeito que quiser
Eu não vou fazer esforço pra te contrariar
De tantas mil maneiras que eu posso ser
Estou certa que uma delas vai te agradar
Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés
E não faço outra coisa do que me doar
Se causei alguma dor não foi por querer
Nunca tive a intenção de te machucar
Porque eu gosto é de rosas e rosas e rosas
Acompanhadas de um bilhete me deixam nervosa
Toda mulher gosta de rosas e rosas e rosas
Muitas vezes são vermelhas mas sempre são rosas
Se o teu santo por acaso não bater com o meu
Eu retomo o meu caminho e nada a declarar
Meia culpa cada um que vá cuidar do seu
Se for só um arranhão não vou nem soprar
Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés
E não faço outra coisa do que me doar
Se causei alguma dor não foi por querer
Nunca tive a intenção de te machucar
Porque eu gosto é de rosas e rosas e rosas
Acompanhadas de um bilhete me deixam nervosa
Toda mulher gosta de rosas e rosas e rosas
Muitas vezes são vermelhas mas sempre são rosas
TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM!
A SABEDORIA DO MINISTRO
Existia, em uma terra distante, um rei e seu primeiro ministro.
O rei era justo e bondoso. O primeiro ministro era um homem bom e sábio, e sempre dizia que a felicidade reinava porque existia um Deus bom e justo, que sempre fazia o que era melhor para todos.
O rei seguia os passos de sabedoria do seu primeiro ministro que sempre dizia: "tudo que Deus faz é bom..." Essas eram sempre as palavras que faziam com que o rei fosse sensato e bondoso para com os seus súditos.
O rei tinha dois passatempos diários. Um deles era trabalhar com madeira, fazendo talhas e esculturas e o outro era cavalgar pela floresta todas as manhãs, em companhia de seu primeiro ministro. Enquanto cavalgavam, os dois conversavam sobre os mistérios da vida. O rei sempre procurava explicações para suas aflições e nessas saídas diárias, em companhia de seu sábio primeiro ministro, ele encontrava conforto para seu coração, muitas vezes cheio de dúvidas e preocupações.
Um dia, o rei estava trabalhando em sua oficina, serrando madeira, quando, inesperadamente, a serra decepou seu dedo indicador. Desesperado e aflito, mandou chamar seu primeiro ministro. Tinha esperança de que ele pudesse explicar o motivo pelo qual Deus havia permitido que o acidente acontecesse com ele, uma pessoa boa, justa e honesta. Porém, para surpresa do rei, o primeiro ministro, em vez de confortá-lo com palavras de alento e consolo, limitou-se a repetir o que sempre dizia "tudo que Deus faz é bom". Ao ouvir tamanha afronta, o rei, irado e desconsolado, mandou que os guardas o levassem para a prisão.
Depois do acidente, a vida do rei ficou diferente. Não tinha ninguém para conversar e confidenciar pensamentos mas continuava com seus passatempos diários, trabalhando a madeira e cavalgando todas as manhãs, só que agora ia sozinho.
Um belo dia, enquanto cavalgava por um recanto mais distante da floresta, foi aprisionado por índios selvagens. Levado para a tribo, amarrado e assustado, a única coisa que o rei poderia fazer era rezar e pedir a Deus que lhe desse proteção e paz.
Chegando à tribo, o rei foi surpreendido por uma grande festa. Tambores e chocalhos soavam, índios pintados dançavam em volta de um altar, onde um sacerdote permanecia sentado em completo transe...tudo estava preparado para a grandiosa festa de sacrifício aos Deuses dos índios. A um pequeno movimento do sacerdote, alguns índios aproximaram-se do rei, desamarraram suas mãos e começaram a pintá-lo com cores fortes e berrantes.
O sacerdote então aproximou-se e começou a dizer palavras que o rei não compreendia. Enquanto dançava ao redor do altar, o sacerdote observou que o rei não possuía um dos dedos da mão. Irado e frustado, ordenou que o rei fosse libertado, pois um ser incompleto não poderia ser oferecido em sacrifício para os deuses.
Após ser libertado, o rei voltou ao castelo. Enquanto caminhava pela floresta, pensava sobre o que havia acontecido: "realmente tudo que Deus faz é bom". Se não tivesse perdido um dedo, teria perdido a vida. Uma questão, porém, ainda perturbava o rei. O que explicaria a permanência do seu fiel primeiro ministro na prisão, durante todo aquele tempo? Seria este Deus justo apenas para o rei e não para seus súditos?
Chegando ao castelo, o rei ordenou que o primeiro ministro fosse solto e trazido a sua presença. Afinal, era impossível para ele entender o motivo pelo qual Deus havia sido tão injusto com um homem tão bondoso.
Ao vê-lo, o rei contou o que havia acontecido pela manhã e falou: "agora compreendo que perdi um dedo mas em compensação não perdi a minha vida. No entanto, não entendo porque Deus não foi benevolente com você. Como isso pode ter sido bom para você?"
O sábio e paciente amigo então lhe respondeu: "vossa alteza se esqueceu que tínhamos o costume de cavalgar juntos todas as manhãs? O que teria acontecido comigo se eu estivesse em sua companhia na floresta hoje? Afinal, eu tenho todos os meus dedos..."
Deus faz coisas que, em determinados momentos, não podemos compreender e as julgamos erradas, mas no futuro entenderemos que foram em nosso próprio benefício.
E por fim concluiu: "tudo que Deus faz é bom..."
(História de autor desconhecido)
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