sábado, 22 de março de 2008

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Renato Russo - La Solitudine


Marco se ne è andato e non ritorna piú
E il treno delle 7:30 senza lui
È un cuore di metallo senza l'anima
Nel freddo del mattino grigio di città
A scuola il banco à vuoto, marco è dentro me
È dolce il suo respiro fra i pensieri miei
Distanze enormi sembrano dividerci
Ma il cuore batte forte dentro me
Chissà se tu mi penserai, se con i tuoi non parli mai


Se ti nascondi come me
Sfuggi gli sguardi e te ne stai
Rinchiuso in camera e non vuoi mangiare
Stringi forte a te il cuscino
Piangi e non lo sai quanto altro male ti farà
La solitudine
Marco nel mio diario ho una fotografia
Hai gli occhi di bambino un poco timido
La stringo forte al cuore e sento che ci sei
Fra i compiti d'inglese e matematica
Tuo padre e i suoi consigli che monotonia
Lui con il suo lavoro ti ha portato via
Di certo il tuo parere non l'ha chiesto mai
Ha detto "un giorno tu mi capirai"
Chissà se tu mi penserai, se con gli amici parlerai
Per non soffrire più per me, ma non è facile lo sai
A scuola non ne posso più, e i pomeriggi senza te
Studiare è inutile tutte le idee, si affollano su te
Non è possibile dividere la vita di noi due
Ti prego aspettami amore mio, ma illuderti non so !
La solitudine fra noi, questo silenzio dentro me
È l'inquietudine di vivere la vita senza te
Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
Non è possibile dividere la storia di noi due
La solitudine fra noi, questo silenzio dentro me
È l'inquietudine di vivere la vita senza te
Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
Non è possibile dividere la storia di noi due
La solitudine

3 comentários:

Anônimo disse...

te voglio benne,un baccio per te!cuore.

Anônimo disse...

minha tradução


“”ELA foi embora e não retorna mais
O trem das 7:30, sem ela
É um coração de metal sem alma
No frio da manhã cinza da cidade

Na casa o banco está vazio, ELA está dentro de mim
É doce sua respiração entre meus pensamentos
Distâncias enormes parecem nos dividir
Mas o coração bate forte dentro de mim
Quem sabe se você pensará em mim...
Se com você não fala mais
Se você se esconde como eu

Você escapa os olhares e você está distante
Confinado no quarto, você não quer comer
Você abraça forte o travesseiro
Choro sem saber quanta outra dor fará a solidão
ELA em meu diário ...numa fotografia
com olhos de uma menina um pouco tímido

Meu coração pulsa forte e eu sinto que você está lá...
Entre as tarefas de inglês e Matemática
Sua vida e as sugestões... aquela monotonia
Ele com o seu trabalho o trouxe fora
Com seus certeiros olhares com que nunca perguntou mais

Um dia você me entenderá
Quem sabe se você pensará em mim
Se com os amigos falará você
Para que não sofra mais por causa de mim

Mas não é fácil, você sabe
Em casa, na escola, não posso mais
E a tarde sem você

Estudar é inútil, para ter uma idéia, "aglomera " em você
Não é possível dividir a vida de nós dois
Eu imploro!
Espere meu amor, mas a ilusão não acabou

A solidão entre nós
Este silêncio dentro de mim
É um distúrbio para viver

A vida sem você
Eu lhe imploro.espere-me, porque
Eu não posso estar sem você
Não é possível dividir
a história de nós dois
a solidão..””

Anônimo disse...

Desconsidere meu comentário postado ai acima no dia 04/04/2008.

Minha nossa...

Nada como o tempo que é como dizem, o senhor das razões.

Peço PERDÃO minha querida e amada escritora GATAFIELD,
e espero que aceite meu sincero PERDÃO.

Eu, neste dia 4 de abril,
estava muito louca,
revoltada,
descrente na vida, no amor, nas possibilidades,
descrente em mim e
pela hora das postagens, também insône, o que é pior.

Depois de ler a postagem do seu último conto
(que por sinal é lindo e vai ser mais um sucesso),
estava arrastando correntes pela casa,
tentando achar culpas e culpados, erros e acertos,
e toda sorte de energia ruim açoitava minha mente.

Como eu ia dizendo,já era madrugada quando entrei no seu BLOG,
aqui um espaço só da Gatafield,
e de criaturas do mundo todo, rsrs...

Eu precisava escrever e minha mente fervilhava idéias,
algumas desconexas e desamparadas, outras bem claras e doloridas.

Tive raiva, tive ataques de pena de mim mesma, e
resolvi naquele momento de descontrole, escrever.
Escrevi tal qual fera ferida, e naquele momento esqueci a educação e enlouqueci.

Tomei de escada o que a senhora, dona Gatafield escreveu.

A partir dali eu quis, e não tive coragem de escrever para a real destinatária,
então eu respondia as minhas indagações envolta em cada uma dessas postagens,
como fossem pra mim, espelhando cada um daqueles tesouros que eu imaginava POSSUIR.
Que tolice, não possuimos nem a nós mesmas.
Foi uma atitude isolada e serviu para eu entornar a mágoa que enchia meu coração,
da sofrida crise pessoal pela qual passo.
"A DOR é inevitável. O SOFRIMENTO é opcional."

Não tive a intenção de causar problemas para a senhora, dona Gatafield.
Fera ferida.
Fiz algo de que me envergonho,
ao reler nem acredito como consegui ser tão rude,
não combina com meus princípios nem com meu jeito de ser.
Achei o espaço, o canal e gritei ao mundo a minha dor, numa atitude egoísta,
afinal quem lá quer saber da dor do outro?

AGRADEÇO sua atenção, sou sua leitora assídua
e aguardo ansiosamente a postagem diária dos seus contos.
Sinceramente, uma FÃ.