"Foi estabelecido cientificamente que a mamangava não pode voar. Sua cabeça é grande demais e suas asas pequenas demais para sustentar o corpo. Segundo as leis da aerodinâmica, ela simplesmente não poderia voar. Mas ninguém disse isso à mamangava. E assim ela voa."
(Autor desconhecido)
sexta-feira, 3 de julho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
A FÁBULA DO SAPINHO SURDO
Era uma vez uma corrida de sapinhos!
O objetivo era atingir o alto de uma grande torre.
Havia no local uma multidão assistindo; muita gente para vibrar e torcer por eles.
E começou a competição.
Infelizmente uma onda de negativismo pairou sobre a multidão:
"Que pena!... esses sapinhos não vão conseguir... não vão conseguir!"
E os sapinhos começaram a desistir.
Entretanto, havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo.
A multidão continuava gritando:
"Que pena! Vocês não vão conseguir!"
E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um... menos aquele sapinho que continuava tranqüilo, embora cada vez mais arfante.
Já ao final da competição, todos desistiram, menos ele.
E a curiosidade tomou conta de todos, que queriam saber o que tinha acontecido...
E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, aí sim, conseguiram descobrir: ele era surdo!
Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas, derrubem as melhores e mais sábias esperanças de seu coração!
Não deixe ninguém zombar dos seu sonhos!!!
Conquiste suas aspirações e concretize seus planos.
Você pode!!!
O objetivo era atingir o alto de uma grande torre.
Havia no local uma multidão assistindo; muita gente para vibrar e torcer por eles.
E começou a competição.
Infelizmente uma onda de negativismo pairou sobre a multidão:
"Que pena!... esses sapinhos não vão conseguir... não vão conseguir!"
E os sapinhos começaram a desistir.
Entretanto, havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo.
A multidão continuava gritando:
"Que pena! Vocês não vão conseguir!"
E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um... menos aquele sapinho que continuava tranqüilo, embora cada vez mais arfante.
Já ao final da competição, todos desistiram, menos ele.
E a curiosidade tomou conta de todos, que queriam saber o que tinha acontecido...
E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, aí sim, conseguiram descobrir: ele era surdo!
Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas, derrubem as melhores e mais sábias esperanças de seu coração!
Não deixe ninguém zombar dos seu sonhos!!!
Conquiste suas aspirações e concretize seus planos.
Você pode!!!
(desconheço o autor)
quinta-feira, 2 de abril de 2009
“A vida é como...
...jogar uma bola na parede.
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força;
Por isso, nunca “jogue uma bola na vida”, de forma que não esteja pronto para recebê-la.
A vida não dá nem empresta;
Não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir...
...aquilo que nós lhe oferecemos”
Albert Einstein
...jogar uma bola na parede.
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força;
Por isso, nunca “jogue uma bola na vida”, de forma que não esteja pronto para recebê-la.
A vida não dá nem empresta;
Não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir...
...aquilo que nós lhe oferecemos”
Albert Einstein
segunda-feira, 23 de março de 2009
AMAR...
...não é só dizer dezenas de vezes por dia 'eu te amo' e esperar resposta em seguida, mas é ganhar uma flor roubada de um jardim e ouvir:-'Não tinha dinheiro pra comprar um buquê, mas trouxe essa aqui, pensando em você'
....é legal, faz bem pra pele, mas causa rugas por causa dos sorrisos e das caras emburradas e enfurecidas que fazemos freqüentemente.
...é algo tão simples que a gente faz questão de complicar...
...uma pessoa não significa apenas gostar, mas admirar, respeitar, entender e tentar aceitar seus defeitos.
...não é apenas estar perfumado e belo para o outro, é acordar e se deparar com um ser descabelado, com mau hálito e a cara amassada. Isso quando não passa a noite inteira roncando em seu ouvido.
...é cumplicidade e união, mesmo quando os pensamentos são diferentes, mas o outro está sempre disposto a ouvi-los e vice-versa. É se entregar a um nobre sentimento, independente da pessoa ou causa e receber a devida recíproca pela sua entrega.
...não é só dizer dezenas de vezes por dia 'eu te amo' e esperar resposta em seguida, mas é ganhar uma flor roubada de um jardim e ouvir:-'Não tinha dinheiro pra comprar um buquê, mas trouxe essa aqui, pensando em você'
....é legal, faz bem pra pele, mas causa rugas por causa dos sorrisos e das caras emburradas e enfurecidas que fazemos freqüentemente.
...é algo tão simples que a gente faz questão de complicar...
...uma pessoa não significa apenas gostar, mas admirar, respeitar, entender e tentar aceitar seus defeitos.
...não é apenas estar perfumado e belo para o outro, é acordar e se deparar com um ser descabelado, com mau hálito e a cara amassada. Isso quando não passa a noite inteira roncando em seu ouvido.
...é cumplicidade e união, mesmo quando os pensamentos são diferentes, mas o outro está sempre disposto a ouvi-los e vice-versa. É se entregar a um nobre sentimento, independente da pessoa ou causa e receber a devida recíproca pela sua entrega.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Divagações da Gatafield
Estava aqui pensando com meus botões. Tenho alguns..rs
Por que nos contos as mulheres sempre tem que ser lindas, um corpo espetacular, geralmente ricas, ou uma delas ricas, e muitas vezes assumidas?
Acredito que isso reflete o que a maioria gostaria de ser. Geralmente as leitoras "mergulham" na estória e muitas vezes se imaginam ser uma delas.
Eu escrevi quatro contos, e sempre com mulheres dito lindas, e em dois deles tinham mulheres ricas. Estou com o projeto de um quinto conto, mas estou pensando seriamente em mudar um pouco isso.
Quero mulheres que não sejam tão espetaculares, nem tão magrinhas (convenhamos que quem gosta de osso é cachorro..rsrs.. como diz o meu amado pai).
Quero mulheres comuns, assim como eu sou... uma pessoa comum.
Mulheres que batalham, enfrentam uma verdadeira guerra no dia-a-dia em seu trabalho, em sua casa, em sua vida.
Mulheres que estão acima do peso (acho que metade ou a maioria vive esse dilema, sejam alguns gramas (as paranóicas, claro) ou vários quilos).
Eu estou acima do meu peso...rsrs.
Ah, só para constar, eu gosto de mulher fofinha. Adoro a maciez.
Nesse meu quinto conto as minhas heroínas, ainda não vou revelar os nomes, mas já estão definidos, uma delas será fofinha. Ainda não decidi qual. Tinha pensado em uma delas ser rica, mas já to pensando seriamente em mudar isso.
Quero mulheres como a gente, que vivem a nossa realidade. E não mulheres saídas de uma capa de revista e com a conta bancária igualmente fabulosa.
O que acham?
Um beijo a todas
Gatafield
Por que nos contos as mulheres sempre tem que ser lindas, um corpo espetacular, geralmente ricas, ou uma delas ricas, e muitas vezes assumidas?
Acredito que isso reflete o que a maioria gostaria de ser. Geralmente as leitoras "mergulham" na estória e muitas vezes se imaginam ser uma delas.
Eu escrevi quatro contos, e sempre com mulheres dito lindas, e em dois deles tinham mulheres ricas. Estou com o projeto de um quinto conto, mas estou pensando seriamente em mudar um pouco isso.
Quero mulheres que não sejam tão espetaculares, nem tão magrinhas (convenhamos que quem gosta de osso é cachorro..rsrs.. como diz o meu amado pai).
Quero mulheres comuns, assim como eu sou... uma pessoa comum.
Mulheres que batalham, enfrentam uma verdadeira guerra no dia-a-dia em seu trabalho, em sua casa, em sua vida.
Mulheres que estão acima do peso (acho que metade ou a maioria vive esse dilema, sejam alguns gramas (as paranóicas, claro) ou vários quilos).
Eu estou acima do meu peso...rsrs.
Ah, só para constar, eu gosto de mulher fofinha. Adoro a maciez.
Nesse meu quinto conto as minhas heroínas, ainda não vou revelar os nomes, mas já estão definidos, uma delas será fofinha. Ainda não decidi qual. Tinha pensado em uma delas ser rica, mas já to pensando seriamente em mudar isso.
Quero mulheres como a gente, que vivem a nossa realidade. E não mulheres saídas de uma capa de revista e com a conta bancária igualmente fabulosa.
O que acham?
Um beijo a todas
Gatafield
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Será mesmo que falta dinheiro?
Achei este texto publicado na revista Você S/A... e me caiu como uma luva. Quanta coisa eu já comprei e, ou usei pouquíssimas vezes, ou nunca foram usadas. Ai ai... me digas o que consomes que eu dir-te-ei quem és...rs.
Boa leitura!
Será mesmo que falta dinheiro?
Depois de anos orientando centenas de famílias sobre o bom uso do dinheiro, cheguei a uma conclusão: a renda mensal da maioria dos brasileiros é suficiente para manter seu padrão de vida. Mesmo assim, a grande parte das pessoas das classes B, C e D está endividada.
Curiosamente, o dinheiro que falta na conta não foi verdadeiramente consumido. Em geral, costuma estar parado em algum tipo de estoque do endividado. Se você está entre os que de vez em quando entram no vermelho, faça uma experiência. Estime quantos reais existem parados em produtos na dispensa de sua cozinha. Some esse valor aos reais que estão parados no tanque de combustível de seu carro. Vá até seu guarda-roupa: quantas peças de roupas você nunca usou? Quanto elas custaram? E o que dizer de livros não lidos, DVDs não assistidos, eletrodomésticos nunca utilizados?
"Se você quer gastar menos, compre para usar, não para ter."
Temos no Brasil o hábito de comprar para ter, e não para usar. Aprendemos a estocar nos tempos de infl ação, mas a atual inflação não justifica esse comportamento! Se tivéssemos o costume de comprar com mais freqüência e em quantidades menores, estaríamos fazendo um favor para nosso bolso, evitando entrar no vermelho, e para o comércio, diminuindo a sazonalidade das vendas.
Outro importante hábito a ser conquistado é dar mais qualidade a nosso consumo. Pensar duas, três, quatro vezes antes de adquirir aquele item dos sonhos. Que tal entrar em um leilão virtual e vender aquela batedeira que você só usou uma vez? Em minha estatística pessoal, os aparatos campeões de ócio costumam ser cafeteiras, enciclopédias, kits para churrasco e as maravilhosas peças de decoração que ganhamos no casamento e que não cabem na cristaleira da sala. Que tal se desfazer dos estoques e dar um fôlego no orçamento, ou então usar o recurso da venda para se presentear com uma viagem?
A regra básica para enriquecer é gastar menos do que se ganha e investir com qualidade a diferença. Perceba que a regra começa com o verbo gastar. Gaste, portanto, com mais qualidade, para gastar menos.
Por Gustavo Cerbasi
Boa leitura!
Será mesmo que falta dinheiro?
Depois de anos orientando centenas de famílias sobre o bom uso do dinheiro, cheguei a uma conclusão: a renda mensal da maioria dos brasileiros é suficiente para manter seu padrão de vida. Mesmo assim, a grande parte das pessoas das classes B, C e D está endividada.
Curiosamente, o dinheiro que falta na conta não foi verdadeiramente consumido. Em geral, costuma estar parado em algum tipo de estoque do endividado. Se você está entre os que de vez em quando entram no vermelho, faça uma experiência. Estime quantos reais existem parados em produtos na dispensa de sua cozinha. Some esse valor aos reais que estão parados no tanque de combustível de seu carro. Vá até seu guarda-roupa: quantas peças de roupas você nunca usou? Quanto elas custaram? E o que dizer de livros não lidos, DVDs não assistidos, eletrodomésticos nunca utilizados?
"Se você quer gastar menos, compre para usar, não para ter."
Temos no Brasil o hábito de comprar para ter, e não para usar. Aprendemos a estocar nos tempos de infl ação, mas a atual inflação não justifica esse comportamento! Se tivéssemos o costume de comprar com mais freqüência e em quantidades menores, estaríamos fazendo um favor para nosso bolso, evitando entrar no vermelho, e para o comércio, diminuindo a sazonalidade das vendas.
Outro importante hábito a ser conquistado é dar mais qualidade a nosso consumo. Pensar duas, três, quatro vezes antes de adquirir aquele item dos sonhos. Que tal entrar em um leilão virtual e vender aquela batedeira que você só usou uma vez? Em minha estatística pessoal, os aparatos campeões de ócio costumam ser cafeteiras, enciclopédias, kits para churrasco e as maravilhosas peças de decoração que ganhamos no casamento e que não cabem na cristaleira da sala. Que tal se desfazer dos estoques e dar um fôlego no orçamento, ou então usar o recurso da venda para se presentear com uma viagem?
A regra básica para enriquecer é gastar menos do que se ganha e investir com qualidade a diferença. Perceba que a regra começa com o verbo gastar. Gaste, portanto, com mais qualidade, para gastar menos.
Por Gustavo Cerbasi
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Perguntaram ao Dalai Lama:
"O que mais te surpreende na Humanidade?"
E ele respondeu:
"Os homens... porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer...
... e morrem como se nunca tivesse vivido."
"O que mais te surpreende na Humanidade?"
E ele respondeu:
"Os homens... porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer...
... e morrem como se nunca tivesse vivido."
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
MUDE!
Mas comece devagar,
porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde,
mude de mesa.
Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois,
mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas
e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama.
Depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais,
leia outros livros,
Viva outros romances!
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia
numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos,
novas cores,
novas delícias.
Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito,
o novo prazer,
o novo amor,
a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado,
outra marca de sabonete,
outro creme dental.
Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.
Troque de bolsa,
de carteira,
de malas.
Troque de carro.
Compre novos óculos,
escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
Arrume um outro emprego,
uma nova ocupação,
um trabalho mais light,
mais prazeroso,
mais digno,
mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa,
se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda!
(Edson Marques)
porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde,
mude de mesa.
Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois,
mude de caminho,
ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas
e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama.
Depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais,
leia outros livros,
Viva outros romances!
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia
numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos,
novas cores,
novas delícias.
Tente o novo todo dia.
o novo lado,
o novo método,
o novo sabor,
o novo jeito,
o novo prazer,
o novo amor,
a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado,
outra marca de sabonete,
outro creme dental.
Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito,
cada vez mais,
de modos diferentes.
Troque de bolsa,
de carteira,
de malas.
Troque de carro.
Compre novos óculos,
escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas,
outros cabeleireiros,
outros teatros,
visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
Arrume um outro emprego,
uma nova ocupação,
um trabalho mais light,
mais prazeroso,
mais digno,
mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa,
se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento,
o dinamismo,
a energia.
Só o que está morto não muda!
(Edson Marques)
terça-feira, 29 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
domingo, 15 de junho de 2008
APAIXONE-SE...
Apaixone-se definitivamente pelo SEU SONHO. O sonho de ninguém deve ser mais apaixonante que o seu.
Apaixone-se pelas SUAS MEMÓRIAS mais deliciosas, ninguém pode tirá-las de dentro de você e elas são excelentes fontes de inspiração em momentos de dor.
Apaixone-se PELAS BESTEIRAS SAUDÁVEIS que passam por sua mente entre um e outro momento de estresse, elas ajudam a sobreviver.
Apaixone-se primeiro POR ALGUÉM. Não espere alguém se apaixonar antes por você, só por garantia e segurança.
Apaixone-se mais PELO SIGNIFICADO DAS COISAS que você consquistar do que pelo seu valor material.
Apaixone-se por SUAS IDÉIAS, mesmo que tenham dito que elas não serviam para nada.
Apaixone-se por SEUS PONTOS FORTES, mesmo que os pontos fracos insistam em ficar em alto relevo no seu cérebro.
Apaixone-se PELA IDÉIA DE SER VERDADEIRAMENTE FELIZ. Felicidade encontra-se de sobra nas prateleiras de seus recursos interiores.
Apaixone-se definitivamente POR VOCÊ!
Recebi esse texto de uma pessoa muito importante para mim e resolvi colocá-lo aqui.
Apaixone-se pelas SUAS MEMÓRIAS mais deliciosas, ninguém pode tirá-las de dentro de você e elas são excelentes fontes de inspiração em momentos de dor.
Apaixone-se PELAS BESTEIRAS SAUDÁVEIS que passam por sua mente entre um e outro momento de estresse, elas ajudam a sobreviver.
Apaixone-se primeiro POR ALGUÉM. Não espere alguém se apaixonar antes por você, só por garantia e segurança.
Apaixone-se mais PELO SIGNIFICADO DAS COISAS que você consquistar do que pelo seu valor material.
Apaixone-se por SUAS IDÉIAS, mesmo que tenham dito que elas não serviam para nada.
Apaixone-se por SEUS PONTOS FORTES, mesmo que os pontos fracos insistam em ficar em alto relevo no seu cérebro.
Apaixone-se PELA IDÉIA DE SER VERDADEIRAMENTE FELIZ. Felicidade encontra-se de sobra nas prateleiras de seus recursos interiores.
Apaixone-se definitivamente POR VOCÊ!
Recebi esse texto de uma pessoa muito importante para mim e resolvi colocá-lo aqui.
domingo, 27 de abril de 2008
Momento ANA CAROLINA
Bom, eu adoro as músicas dela, então vou botar duas aqui.
AQUI
(Antônio Villeroy / Ana Carolina)
Letra: http://vagalume.uol.com.br/ana-carolina/aqui.html
RUAS DE OUTONO
(Ana Carolina/ Antonio Villeroy)
Letra: http://vagalume.uol.com.br/ana-carolina/ruas-de-outono.html
AQUI
(Antônio Villeroy / Ana Carolina)
|
Letra: http://vagalume.uol.com.br/ana-carolina/aqui.html
RUAS DE OUTONO
(Ana Carolina/ Antonio Villeroy)
|
Letra: http://vagalume.uol.com.br/ana-carolina/ruas-de-outono.html
quarta-feira, 23 de abril de 2008
DEFINITIVO
Carlos Drumond de Andrade
“Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos,
por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.”
“Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos,
por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.”
quarta-feira, 16 de abril de 2008
O Idiota e a Moeda
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.
Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda".
Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa:
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente." (desconheço o autor)
A arte da vida consiste em fazer da vida uma obra de arte." Gandhi
Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda".
Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa:
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente." (desconheço o autor)
A arte da vida consiste em fazer da vida uma obra de arte." Gandhi
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